Mostrar mensagens com a etiqueta Diplodocídeos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Diplodocídeos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 5 de junho de 2011

Diplodocus


O Diplodocus é um dos maiores e mais estudados diplodocídeos. Ao longo do tempo, os conhecimentos a seu respeito evoluíram. Outrora pensava-se que arrastava a cauda quando caminhava, sabe-se hoje que a mantinha no ar. Acreditava-se que chegava ao topo das árvores, mas hoje supõe-se que mal levantava a cabeça acima dos ombros.

O nome do Diplodocus, que significa "dupla trave", refere-se à sua comprida cauda flexível. Cada uma das vértebras da mesma tinha um osso suplementar que protegia os vasos sanguíneos e que contribuía para a reforçar. 
O pescoço do Diplodocus media 8 m de comprimento, e a sua cauda era ainda maior, atingia os 14 metros e representava quase metade do comprimento total do animal. A cabeça do dinossauro, que não tinha mais de 50 cm, era minúscula em comparação com o seu tamanho. Possuía pequenos dentes cilíndricos na frente das maxilas, mas nenhum na parte de trás. As patas posteriores, dotadas de cinco dedos, eram mais compridas do que as anteriores. Pesava cerca de 10 toneladas, ou seja, o equivalente a 2 elefantes, mas isso era pouco para um animal tão corpulento. Essa leveza relativa devia-se ao facto das suas vértebras serem ocas.

O Diplodocus mantinha o pescoço e a cauda na horizontal quando se deslocava. De acordo com os especialistas, vivia em grupos e migrava de um território de alimentação para outro. De acordo com os estudos recentes não deveria conseguir levantar o pescoço para lá da altura dos ombros, o que devia impedi-lo de apanhar as folhas mais altas, tal como o faziam os outros saurópodes. (se clicar na hiperligação poderá ver todos os saurópodes que já foram falados cá no blogue).
O Diplodocus, incapaz de levantar a cabeça acima dos ombros, devia alimentar-se de plantas baixas como os fetos e as cavalinhas e não da folhagem do cimo das árvores.


Nome: Diplodocus
Data: -150 milhões de anos
Jazidas de fósseis: América do Norte
Comprimento: 27 m
Dieta: Vegetais
Habitat: Bosques pouco densos

domingo, 28 de novembro de 2010

Amargasaurus

O Amargasaurus viveu no Cretáceo há 130 milhões de anos atrás, na América do Sul.
O Amargasaurus era um diplodocídeo de dimensões médias cuja característica mais notável era a dupla fileira de pontas, medindo 60cm, ao longo do pescoço. Alguns cientistas pensam que servia de suporte a uma membrana de pele, mas outros presumem que estavam cobertas por um forro duro, e, talvez servisse como chifre, para defesa contra predadores.

Até hoje só foi descoberto um exemplar, na Argentina, mas faltava-lhe a cauda pelo que o seu comprimento total era incerto.

As vértebras do Amargasaurus, em particular ao longo do pescoço, eram prolongadas por pontas ósseas que talvez estivessem cobertas por uma membrana semelhante a uma vela que poderia servir como regulador térmico, para absorver ou dissipar calor.
Também pode ter sido destinada a atrair parceiros aquando das paradas nupciais, ou para fazer fugir os agressores.

Os diplodocídeos, contrariamente a carnívoros como o Allosaurus, tinham uma cabeça pequena, alongada e afilada. Os olhos ficavam bem atrás do focinho e as narinas situavam-se no alto da cabeça. Os dentes, semelhantes a lápis, estavam dispostos na frente da maxila. Supõe-se que o Amargasaurus media cerca de 10 m de comprimento, apesar de serem incertos. O seu nome significava "parecido a um pelicano". Além de diplodocídeos estes dinossauros eram também Saurópodes.